sábado, 31 de março de 2012

Pedra tomba sobre carro e menina de 9 anos escapa com vida no Espírito Santo

Pedra de granito cai sobre carro (Foto: Herbet Viana / VC no G)

Um pedra de granito caiu sobre um carro de passeio na manhã deste sábado (31), na rodovia ES-486, que liga Cachoeiro de Itapemirim a Alegre, no Sul do Espírito Santo. Segundo o auxiliar administrativo Herbert Mendes Viana, que registrou imagens, uma menina de nove anos estava no carona e, ao perceber a pedra vindo em sua direção, pulou para o banco do motorista. 
 
A criança ficou levemente ferida e foi levada para um hospital da região. Testemunhas contaram que o motorista da carreta estava em alta velocidade e aparentemente não havia trava de segurança, obrigatória em caminhões que transportam pedras de granito. A polícia não soube confirmar as informações. Segundo os policiais, outro caminhão também se envolveu no acidente. 
 
Pedra de granito caiu sobre veículo em Cachoeiro de Itapemirim (Foto: Herbet Viana / VC no G1)
 
A Polícia Rodoviária Federal (PRF), informou que as pedras de granito transportadas no estado variam entre 25 e 30 toneladas, mas também podem passar de 40 toneladas.
 
via v&c

Polícia investiga mulheres suspeitas de tentativa de furto em ótica no Centro de Caicó

A Polícia investiga tentativa de furto à Ótica Rio, localizada no Centro, quando três mulheres tentaram subtrair da loja alianças e óculos.
Funcionários perceberam a ação e impediram o crime. O fato ocorreu na manhã deste sábado (31), na avenida Coronel Martiniano. As suspeitas teriam tentado aplicar o golpe em outros estabelecimentos comercia

quinta-feira, 29 de março de 2012

A modelo caicoense Isadora Medeiros será um dos destaques do editoral de moda da Revista Seridó em Foco. As fotos são do renomado fotógrafo Danilo Medeiros e a produção visual é de Marina Cabeleireira. 
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Membros do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres  

Na quarta-feira, dia 28 de março, às 17 horas, foi realizada no auditório do Centro Administrativo, em Caicó, a solenidade de posse dos novos conselheiros municipais (titulares e suplentes) do Conselho Municipal dos Direitos das Mulheres, Conselho Municipal dos Direitos do Idoso e Conselho Gestor de Habitação e Interesse Social. 

Participaram do evento, o Prefeito de Caicó, Bibi Costa, a Secretária Municipal do Trabalho, Habitação e Assistência Social, Graça Rêgo e representantes da sociedade civil organizada. 

Em sua fala, a Secretária Graça Rêgo destacou a importância dos Conselhos em prol das políticas públicas do município. 
 Membros do Conselho Municipal dos Direitos dos Idosos 

“Estamos felizes com a concretização dos Conselhos e poderemos trabalhar de maneira mais dinâmica, contando com o apoio de todos os conselheiros. Esperamos um belo trabalho pela frente”, disse a Secretária Graça Rêgo. 

Ao falar durante o evento, o Prefeito de Caicó, Bibi Costa ressaltou que a sociedade civil organizada precisa junto com o Poder Público, caminhar dentro de políticas públicas verdadeiras e pensadas. 

Bibi Costa destacou que cada segmento da sociedade precisa de proteção, daí a importância do trabalho dos Conselhos.

Bibi aproveitou a oportunidade para confirmar que vai trazer 1.000 casas para Caicó, através do Programa Minha Casa Minha Vida. 
Membros do Conselho Gestor de Habitação e Interesse Social

Ele afirmou que a previsão é que as inscrições sejam abertas até junho e os Conselhos irão ver as prioridades, mas que devem ser privilegiados os idosos, os deficientes e as mães solteiras. 

Segundo o Prefeito Bibi Costa, pelo Banco do Brasil serão 600 casas e pelo convênio com a Caixa Econômica Federal, 400 casas, totalizando 1.000 novas unidades habitacionais para a cidade de Caicó. 

Por Paulo Júnior 
Jornal Correio do Seridó 

quarta-feira, 28 de março de 2012

Pastor Gilson Neudo foi transferido para o Presídio da cidade de Pau dos Ferros

 http://www.cardososilva.com.br/wp-content/uploads/2011/10/A-PASTOR.jpg

Foi transferido na manhã desta terça-feira da penitenciaria Estadual do Seridó (Pereirão) para o presdio da cidade de Pau dos Ferros,  o Pastor Gilson Neudo Soares do Amaral, que foi condenado a 9 anos e 4 meses de reclusão pela acusação do crime de tráfico de drogas.

Gilson Neudo estava presos a 5 meses na Penitenciaria Estadual do Seridó e neste período foi apontado como um dos líderes de uma rebelião que aconteceu naquela unidade.

Recentemnte o Pastor Gilson Neudo teve outra prisão preventiva decretada, desta vez pela acusação de participação na morte do Rdialista F.Gomes.

BORIS, FAUSTO.


 As causas da expansão marítima e a chega dos portugueses ao Brasil. In: _____. História do Brasil. 6 ed. São Paulo: Editora da Universidade de São Paulo; Fundação do Desenvolvimento da Educação, 1998. P. 19-33.
Ideias do texto: Os episódios da expansão portuguesa; expansão agrícola e comercial; organização política centralizada; expansão geográfica da Europa cristã; as epidemias; a crise na Europa ocidental; a mudança da mentalidade; viagens imaginárias; as especiarias e o ouro; ocupação da costa africana e suas feitorias; trabalho escravo; a controvérsia da chegada portuguesa ao Brasil.
O texto nos leva a pensar qual seria verdadeira história do descobrimento do Brasil. E uns dos principais episódios seria a descoberta por Pero Álvares Cabral em abril de 1500. Mas para podemos entender esse fato, é preciso começar palas transformações que ocorreram na Europa Ocidental a partir de 1150. Foi nesse período que a Europa começou pouco a pouco a se modificar pela expansão agrícola e comercial. Nessa época a Europa era uma região extremamente rural, onde as cidades haviam regredido e as trocas comerciais diminuído muito. E ao mesmo tempo, o poder político se fragmentizou e descentralizou.
A expansão agrícola só foi possível graças à abertura de novas regiões cultivadas, com a derrubada de florestas, a secagem de pântanos e o incentivo da expansão comercial, resultando em vários fatores entre eles a existência de produtos agrícolas que não eram consumidores nos grandes domínios rurais que constituíam excedentes econômicos passiveis de troca. Sem esquecer outros fatores como a especialização de funções que demandava a compra de bens não produzidos nos domínios rurais e a busca de produtos que destinados ao consumo de luxo da aristocracia. A partir de a ir as cidades começaram a crescer e a se transformar em ilhas de relativa liberdade, onde foi possível reunir artesãos, comerciantes e antigos servos. No século XIII, definiram-se uma série de batalhas por algumas fronteiras da Europa, onde a França, a Inglaterra e a Espanha permanecem como fronteiras até hoje. Entre essas fronteiras nasceu o Estado como uma organização política centralizada, tendo como a figura dominante, o príncipe e a burocracia, mais é claro que esse processo durou séculos e alcançou seu ponto decisivo entre 1450 e 1550.
A expansão geográfica da Europa cristã que antecedeu a expansão marítima iniciado no século XV, retomou dos mouros a Península Ibérica, que por muito tempo permaneceu, mas mãos dos árabes. Os cruzados ocuparam países como o Chipre, a Palestina, a Síria, Creta e as ilhas do Mar Egeu, onde houve também expansão inglesa em direção do País de Gales, da Escócia e da Irlanda, e os alemães e escandinavos conquistaram as terras do Báltico e as habitadas pelos eslavos. Mas todo esse avanço europeu não foi como se poderia imaginar, um impulso irresistível, sem marchas e contramarchas rumo aos tempos modernas, foi por água abaixo. Esse avanço perde todo o seu ímpeto e uma crise se instalou no início do século XIV. A partir de uma exploração intensa dos camponeses provocou várias rebeliões ao longo dos anos, a nobreza se dividiu internamente, e houve o declínio da população, a escassez de alimentos, epidemias entre elas a Peste negra, que aconteceu nos anos de 1347 e 1351. Houve também um retrocesso da expansão territorial: os mouros permaneceram em Granada, os cruzados foram expulsos do Oriente Médio etc.
A única saída para tirar a Europa Ocidental da crise seria expandir novamente a base geográfica e da população a ser explorada. Há vários fatores para explicar o que levou Portugal a se tornar pioneiro em expansão marítima. Para começar Portugal se afirmava no conjunto da Europa como um país autônomo, com tendência a voltar-se para fora. È claro que os portugueses já tinham experiência acumulada ao longo dos séculos XII e XIII, no comercio de longa distância, mesmo que eles não se comparassem aos venezianos e genoveses. A hegemonia comercial foi facilitada pelo envolvimento econômico de Portugal com o mundo islâmico do Mediterrâneo, onde o avanço das trocas pode ser medido pelo crescente utilização da moeda como meio de pagamento. Mas no início do século XV, a expansão correspondia aos interesses diversos das classes, grupos sociais e instituições que compunham a sociedade portuguesa.
É fácil perceber que os impulsos para a aventura marítima não eram apenas comerciais. Havia continentes mal desconhecidos, oceanos inteiros ainda não atravessados. Colombo pensava que, mais puro interior da terra por ele descoberta, encontraria homens de um olho só e outros com focinhos de cachorro.
As cartas de navegação não indicavam ainda latitude e longitude, mas apenas rumos e distâncias. O aperfeiçoamento de instrumentos como o quadrante ei astrolábio, que permitiam conhecer a localização de um navio pela posição dos astros, representou uma importante inovação. Os portugueses desenvolveram também um tipo de arquitetura naval mais apropriada, com a construção de caravela. Mais o principal ponto da expansão marítima, foi a gradual mudança da mentalidade portuguesa, é claro que as mentalidades não mudaram rapidamente, e o imaginário fantástico continuou a existir, mas a expansão marítima foi mostrando cada vez mais como antigas concepções eram equivocadas.
A atração dos portugueses pelo ouro e pelas especiarias eram bastante visíveis. O ouro era utilizado como moeda confiável e empregado pelos aristocratas asiáticos na decoração de templos e palácios e na confecção de roupas. As especiarias ganharam um sentido de substância muito cara, sendo utilizada para vários fins, como tempero de comida, remédio ou perfumaria. Entende-se como especiarias, noz-moscada, o gengibre, a canela, o cravo, a pimenta, o açúcar também foi considerada uma especiaria, mais por causa do seu consumo em massa deixou de ser uma especiaria. O alto valor das especiarias se explica pelos limites das técnicas de conservação existentes na época e também pelos hábitos alimentares. Quando grandes quantidades de gado eram abatidas no início do verão, a carne era armazenada e precariamente conservada pelo sal, pela defumação ou pelo sol, a pimenta servia para disfarçar o que tinham de desagradável.
A conquista da cidade de Ceuta em 1415 pode ser o ponto de partida da expansão ultramarina portuguesa. Os historiadores portugueses têm versões diversas sobre ele. A expansão metódica desenvolveu-se ao longo da Costa Ocidental africana e nas ilhas do Oceano Índico, foi possível a chegada de Vasco da Gama à Índia, e chegando também a China e ao Japão.
Os portugueses não conseguiram penetrar profundamente no território africano, então eles foram estabelecendo na Costa uma série de feitorias, que eram postos fortificados de comércio. A parte comercial era feita pelo feitor. Cabia a ele fazer compras de mercadorias dos chefes ou mercadores nativos e estocá-las, até que fossem recolhidas pelos navios portugueses. Da Costa Ocidental da África, os portugueses levaram ouro em pó, marfim, pimenta malagueta e a partir de 1441, os escravos. Estes foram no começo encaminhado a Portugal, sendo utilizados em trabalhos domésticos e ocupações urbanas.
A ocupação das ilhas do Atlântico é bem diferente do que ocorreu na África. Nelas os portugueses realizaram experiências significativas de plantio em grande escala, empregando trabalho escravo. Na Ilha da Madeira, dois sistemas agrícolas paralelos competiam pela predominância econômica, eram eles o cultivo tradicional do trigo e as plantações da cana-de-açúcar baseadas no trabalho escravo.
A primeira nau de regresso da viajam de Vasco da Gama chegou a Portugal, produzindo grande entusiasmo, em julho de 1499. Meses depois, a 9 de março de 1500, partia do rio Tejo em Lisboa uma frota de treze navios, aparentemente com destino as Índias, sob o comando de Pedro Álvares Cabral. A frota após passar as Ilhas de Cabo Verde, tomou um rumo oeste, afastando-se da Costa africana até avistar o que seria terra brasileira a 21 de abril. Nessa data, houve apenas uma breve descida a terra e só, e só no dia seguinte a frota ancoraria no litoral da Bahia, especificamente em Porto Seguro.










SOUZA, Laura de Mello e. O Novo Mundo entre Deus e o Diabo. In:____. O diabo e a Terra de Santa Cruz: Feitiçaria e religiosidade popular no Brasil Colonial. São Paulo, Companhia das Letras, 1986. P. 21-85.
Ideias do texto: A descoberta da América não foi uma novidade imediata; a necessidade da expansão comercial; o Brasil no imaginário europeu; fé e riqueza; cristianização diante do Novo Mundo; Deus escolheu os portugueses; natureza e trabalho; humanidade demonizada; Índios, povo do diabo; a imagem do purgatório, acesso ao purgatório; o purgatório de almas e o purgatório do açúcar; Brasil era um purgatório.
A descoberta da América não foi de imediato uma novidade, pois Colombo buscava nas ilhas caribenhas, os traços asiáticos que lhe assegurassem ter chegado à terra do grande Cã. Todo um universo imaginário acoplava-se ao novo fato, numa época em que ouvi valia mais do que ver, os olhos enxergavam primeiro o que se ouviria dizer, onde tudo se via era filtrado pelos relatos de viagens fantásticas, de terras longínquas, de homens monstruosos que habitavam os confins do mundo conhecido. Desde cedo, as narrativas de viagens aliavam fantasias e realidade, tornando fluidas as fronteiras entre real e imaginário. Durante séculos, o Oceano Índico constituiu-se em horizonte mental corporificador do exotismo. A expansão comercial seria assim substrato infra-estrutural destas projeções oníricas, ou pelo menos de parte delas.
Frei Vicente do Salvador não tinha conhecimento da presença do nome Brasil nas cartas medievais, mais forneceu uma complicadíssima explicação de cunho religioso, alusiva ao embate entre o Bem e o Mal, o Céu; reino de Deus, e o inferno; reino do demônio. Se a identificação com as regiões infernais é transparente no texto de frei Vicente, a associação entre o fruto de uma imagem concreta, o descobrimento do Brasil e as tantas viagens imaginarias que os europeus vinham apreendendo havia séculos.
A época das descobertas caracterizou-se por religiosidade exacerbada, o próprio descobridor da América, como se sabe, pensando seriamente na possibilidade de usar o outro americano numa Cruzada contra o infiel. Após descoberto, o Brasil ocupará no imaginário europeu posição análoga à ocupada anteriormente por terras longínquas e misteriosas que, uma vez conhecidas e devassas, se desencantaram. O bom e o ruim, o Céu e o inferno que acabavam se harmonizando na Europa. Na metrópole podiam aqui colônia, mais do que em nenhum lugar, tender à polarização.
A expansão ocidental caracterizou-se pela bifrontalidade: por um lado, incorporavam-se novas terras, sujeitando-as ao poder temporal dos monarcas europeus, mas por outro, ganhavam-se novas ovelhas para a religião e para o papa. A fé não se apresentava isolada da empresa ultramarina, propagava-se a fé, mas colonizava-se também. É generalizada, entre eclesiásticos, a ideia de que do descobrimento do Brasil fora ação divina.
Ação divina, o descobrimento do Brasil aos portugueses a natureza paradisíaca que tantos se aproximariam do Paraíso Terrestre: buscavam, assim, no acervo imaginário, os elementos de identificação da nova terra. Associar a fertilidade, a vegetação luxuriante, a amenidade do clima às descrições tradicionais do Paraíso Terrestre tornava mais próxima e familiar para os europeus terra tão distante e desconhecida. A presença divina fazia-se sentir também na natureza; esta, elevada à esfera divina, mais uma vez retirava a presença de Deus no universo. Pág. 35
A expansão da fé a colonização caminharam juntas. Colombo inaugurou assim o movimento duplo que iria perdurar por séculos em terras americanas: a edenização da natureza, a desconsideração dos homens (bárbaros), animais, demônios. Esta tendência de associar os homens da colônia a animais ou a diabos se agudizaria posteriormente; mas em Colombo é incontestável o interesse sempre renovado pelo exame da natureza e o desinteresse pelos homens que dela usufruem. O feliz casamento entre a natureza e o trabalho, começando pela colonização, tornava o Brasil superior à Europa, Ásia ou África. À natureza já edênica da terra descoberta, que revive no imaginário europeu as imagens do Paraíso Terrestre, superpõe-se o processo colonizatório, reedenizador. De certa forma, edenizar a América significava estabelecer com ela uma camaradagem, uma cumplicidade que repousava no mundo imaginário.
Os habitantes das terras longínquas que os europeus acreditavam ser fantástica constituíam uma outra humanidade, fantástica também, e monstruosa. No mundo precário do homem medieval, surgia a necessidade nomear e encarnar o desconhecido a fim de manter o medo nos limites do suportável: monstros pela religião, monstros descritos pelo bestiário, monstros que habitavam os confins da Terra, parecendo-se com homens normais, mas trazendo traços monstruosos hereditários. Os cosmógrafos quatrocentistas julgavam que as novas terras seriam habitadas por monstros, mas Colombo nelas encontrou homens selvagens, para sua admiração, homens bem feitos e bem constituídos, de “caráter ineludivelmente humano”, desmentido velhas lendas e apontando para a “unidade essencial do gênero humano”.
A humanidade anti-humana se manifestava ainda no estado de pecado em que, para o europeu católico, viviam os naturais da terra. Evidentemente, uma das principais fontes a registrar a vida pecaminosa dos homens da América portuguesa são as cartas jesuítas. Nelas a colônia é o lugar por excelência do pecado, e tinha como pecados os vícios da carne, a preguiça e a cobiça.
A terceira face da percepção européia do homem americano como humanidade inviável era demonização. Dizia frei Vicente  que o demônio perdera o controle sobre a Europa – cristianizada durante toda a Alta Idade Média – e se instalara, vitorioso, na outra banda da terra – a América e, no texto da epígrafe, mais especificamente o Brasil. A infernalidade do demo chegará até colorir o nome da colônia: Brasil, para nosso religioso, lembras as chamas infernais, vermelhas. E, aqui, ele foi vitorioso, pelo menos na primeira etapa da luta: esqueceu-se o nome da Santa Cruz, e a designação apadrinhada por Satanás acabou levando a melhor. Cristianizado, os portugueses procuravam diminuir as hordas de seguidores do diabo: afinal, o inferno era aqui. Pág. 67
Os jesuítas afirmavam repetidas vezes que os índios eram povo do diabo. Por causa de ilusões fantásticas, os pobres índios viviam temendo o escuro e levando consigo um fogo quando saiam à noite. As ilusões não podem ser explicadas pelo raciocínio, pois os índios são destituídos da verdadeira razão: explicam-se pela incansável perseguição que move o Maligno contra aqueles que não conhecem Deus. Contatada nos hábitos e na vida cotidiana, confirmada nas práticas mágicas e na feitiçaria, a demonização do homem colonial expandiu-se da figura do índio, seu primeiro objeto para escravidão. A catequese e as medidas “normalizadoras” das autoridades coloniais e dos dignitários da Igreja, a ação do Santo Ofício somaram esforços no sentido de homogeneizar a humanidade inviável, animalesca, demoníaca do Brasil colonial.
O purgatório atravessou um longo percurso, construindo-se a partir de elaborações mentais, sonhos projeções do imaginário europeu fundidas a tradições milenares originárias do mundo antigo. Entre 1150 e 1250, afloraram com vigor as crenças populares, ganhando os sermões eruditos, colorindo as hagiografias, emprestando à própria formulação erudita do purgatório. O purgatório atenuava a tensão terrível de ter o destino inexoravelmente amarrados a duas possibilidades extremas representadas pelo inferno e pelo Paraíso.
Nos fins do século XV, a expansão ultramarina levou assim a cabo uma fusão importantíssima para a história da cultura européia: articulou, recombinando, as formulações européias acerca do purgatório, da função purificadora da travessia ultramarina e do degredo enquanto purificação. Uma vez descoberto, o mundo colonial catalizava o próprio  acesso ao purgatório: com ouro da América, Colombo pensava em resgatar almas pecadoras e levá-las ao Paraíso.
A transparência da analogia entre o purgatório de almas e o purgatório do açúcar não deixa sombra nenhuma de dúvida, que homogeneizar a população através da catequese e produzir gêneros rentáveis no mercado externo eram as duas grandes modalidades de purgatórias do purgatório colonial, e deviam ser levadas a cabo a ferro e fogo. Para os brancos, o sistema conferia múltiplas modalidades. Camada dominante dava as cartas no sistema colonial, estabelecia a ligação entre danada da colônia e a metrópole, que se não era o Paraíso, tinha pelo menos o Céu mais próximo de si.
Paraíso Terrestre pela natureza, inferno pela humanidade peculiar que abrigava, o Brasil era purgatório pela sua relação com a metrópole. Homens danados podiam alcançar os céus através do esforço honesto, do trabalho diário, da sujeição à vontade metropolitana. O sistema colonial perpetuava a purgação: lançava sobre a colônia os elementos indesejáveis, prometendo-lhes o Éden (como no discurso propagandístico de Gandavo) e iniciando sua purificação através do exílio ritual representado pela travessia atlântica. Uma vez em terras brasileiras, o colono sonhava com a metrópole distante e enxergava como passageira sua permanência no Novo Mundo: o paraíso prometido se transformava em purgatório.
Inferno e purgatório podiam se confundir, como acontecia na Europa, descrevendo as inúmeras torturas que consumiam as almas do purgatório. O colono branco, através do “esforço honesto”, poderia de certa forma, controlar a duração do seu padecer. O escravo, cativo até a morte, se via fadado à eternidade dos suplícios: para ele, não era possível nem o purgatório.
Natureza edêmica, humanidade demonizada e colônia vista como purgatório foram as formulações mentais com que os homens do Velho Mundo vestiram o Brasil nos seus três primeiros séculos de existência. Nelas, fundiram-se mitos, tradições européias seculares e o universo cultural dos ameríndios e africanos. Monstros, homem selvagem, indígena, escravo negro, degredado, colono que trazia em si as mil faces do desconsiderado homem americano, o habitante do Brasil colonial assustava os europeus, incapazes de captar sua especificidade.
















SCHWARTZ S e LOCHART J. O Brasil na era do açúcar. In:___. A América Latina na Época Colonial. Rio de Janeiro, Civilização Brasileira. P. 243-295
Ideias do texto: Os tipos de sociedade no Brasil no início do século XVII; a evolução da economia agrícola; o engenho como instituição social central da Colônia brasileira no século XVII; o açúcar como a principal mercadoria de exportação; a família patriarcal como estrutura social dominante; a classe dos cultivadores da cana-de-açúcar; a indústria açucareira foi responsável pela a criação de gado; a importação brasileira de escravos africanos; a hierarquia baseada na cor e no local de nascimento; escravidão, um estilo de vida; à liberdade através das tradições ibéricas de escravidão; o papel fundamental dos mercadores; a distinção entre atacadistas e lojistas; o papel dos cristãos-novos; as cidades eram a extensão do campo; os fundamentos das cidades brasileiras; alianças matrimonias com portugueses; a irmandade é útil como indicador social; os elementos da vida cultural e intelectual brasileira; a maturidade da Colônia brasileira.
É no inicio do século XVII que dois tipos de sociedades prevaleceram no Brasil. Foi na costa nordestina, que instalaram engenhos de açúcar, desenvolveram portos para servir o comércio açucareiro e a população portuguesa da área que crescia rapidamente. A base econômica do nordeste depois do final do século XVI era a exportação de açúcar por atacado em vez da prata, como no México e no Peru.  Com à crescente demanda de açúcar na Europa, os produtos portugueses aumentaram o nível de importação de escravos, de modo que, em vez de força de trabalho auxiliar, como na maior parte da América espanhola, os africanos e seus descendentes tornaram-se maioria na população.
No litoral açucareiro do nordeste e em torno de algumas outras cidades portuárias, com o Rio de Janeiro, Belém ou São Luís, desenvolveu-se uma sociedade ibérica baseada na escravidão, que mantinha muitas formas européias mas se apoiava numa população composta, em grande parte, de índios cativos, africanos escravizados. A mão do governo real era fraca, e as instituições ibéricas. Aqui a sociedade continuou muito mais influenciada pelos costumes indígenas na cultura material, na interação social e na organização.
A instituição social central da vida colonial brasileira no século XVII era o engenho, onde era produzida a principal mercadoria de exportação do Brasil, o açúcar. O açúcar era um produto especial porque envolvia não apenas agricultura, mas também um processamento altamente técnico. A necessidade de processar cana no local de origem fazia com que cada engenho fosse uma combinação de empreendimento agrícola e industrial, que exigia grande quantidade de capital e crédito, habilidades especializadas de ferreiros, carpinteiros, tanoeiros e pedreiros, e o conhecimento técnico de homens que compreendessem os meandros do processo de fabricação de açúcar. Um engenho médio tinha de sessenta a oitenta escravos, mas alguns dos maiores tinham mais de duzentos.
Os proprietários davam o tom da sociedade. Para eles e para quase todo mundo a estrutura social dominante continuava a ser a família patriarcal, um transplante do ideal ibérico.
Os clãs de proprietários, em pequeno número, acabaram ligando-se, por meio de casamentos, às vezes aliadas às vezes hostis, mas que tinham atitudes e comportamentos semelhantes. A posição dominante dos homens, o papel quase sempre subordinado das mulheres (pelo menos em teoria), a preocupação constante com a “honra” da família e o poder praticamente irrestrito do patriarca sobre a família, os escravos e a propriedade recordaram muitos autores a situação da época medieval. No entanto, embora alguns relacionamentos e padrões sociais possam ter lembrado os da Europa feudal, havia também grandes diferenças. Pág. 249
Um aspecto característico da organização da economia açucareira no Brasil foi à existência de toda uma classe de cultivadores de cana-de-açúcar chamados lavradores de cana. Na maioria, eram brancos que não tinham capital ou crédito suficiente para montar seus próprios engenhos e em vez disso plantava cana parta ser processada num engenho próximo. Era possível encontrar lavadores de cana com títulos de nobreza ou altos postos nos regimentos da milícia, assim como mercadores que possuíssem uma fazenda de cana como parte de seus muitos interesses. Os donos de engenho tentavam manter um domínio patriarcal sobre seus lavradores e tirar vantagem deles em termos econômicos, mas também precisavam deles.
A indústria açucareira era também em grande parte responsável pelo crescimento de outra atividade importante no Brasil colonial, a criação de gado. Os rebanhos foram sendo expulsos das zonas de produção açucareira perto da costa, e começaram a desenvolver-se em grande escala nas áreas mais irrigadas do árido sertão entre Pernambuco e Bahia. Os rebanhos acabaram indo para o norte, entrando pelo Piauí e pelo Maranhão, se expandiram rapidamente, à medida que crescia a demanda do setor exportador e a mineração criava um novo mercado no século XVIII.
O nordeste por se tornar a primeira zona de plantation totalmente desenvolvida das Américas, houve um crescimento da demanda européia de açúcar, e consequentemente houve também a onda da importação brasileira de escravos. O Brasil serve como exemplo de colônia tropical de plantation onde a sociedade e a economia baseava-se solidamente na escravidão negra e onde a maioria da população era de origem africana ou afro-americana. No século XVII a maioria dos escravos trabalhavam na agricultura, embora os escravos pudessem ser encontradas em quase todos os tipos de ocupação. A população escrava não era uma massa indistinta de trabalhadores.
Na época existia uma hierarquia baseada na cor e no local de nascimento acompanhava outra baseada na ocupação, e com ela se cruzava. Os trabalhadores do campo formavam a grande maioria da população escrava. Os escravos domésticos formavam um grupo um tanto privilegiado, geralmente de mulatos e crioulos, mas eles representavam apenas 5% do total da população escrava. Assim, em geral, quanto mais especializado, ladino e de cor mais clara fosse um escravo, mais elevada seria sua posição na hierarquia escravista, segundo os padrões portugueses.
As tradições ibéricas de escravidão também proporcionaram aos escravos algumas oportunidades de ter acesso à liberdade. A alforria era apenas um dos meios de conquistar a liberdade. Com o crescimento do número de escravos, cresceu também o número de fugas. Donos de engenho encontravam guias índios ou caçadores profissionais de escravos para perseguir os fujões, mas apesar destas medidas, os escravos fugidos muitas vezes se juntaram para formar povoados independentes. As autoridades coloniais organizavam expedições militares contra os quilombos, mas enquanto uma comunidade era destruída, outras surgiam. Essas comunidades quilombolas proporcionavam aos africanos e afro-americanos a oportunidade de criar estruturas sociais e culturais independente das normas européias.
No nordeste do Brasil, onde predominava a economia exportadora, os mercadores tinham um papel fundamental, por ligarem o campo à cidade e os engenhos aos mercados da Europa. Muito mais importantes para o Brasil eram aqueles que realizavam o comércio atacadista de importação e exportação com a colônia, geralmente remetendo vinho, cobre, ferro e tecido e importando açúcar, fumo e couro. O mercador de Lisboa ou do Porto dependia de seu parceiro num porto colonial ou dos serviços de um procurador. Era frequente que parentes jovens, como sobrinhos, primos ou cunhados, fossem enviados a um porto colonial para servir de correspondente. Este tipo de comércio, baseado em sociedades, ou parceiras de curto prazo, e geralmente nas mãos de agentes comissionados, continuaria a caracterizar grande parte do comércio brasileiro durante o século seguinte.
Os ibéricos faziam uma distinção entre o exportador atacadista e o lojista. O primeiro não era excluído das honrarias e do reconhecimento social e podia almejar um casamento em casa nobre ou a concessão de um título de nobreza. O varejista tinha pouca possibilidade de ascender, porque sua ocupação era considerada inferior. Mas no final do século XVII, foi criado um sistema de frotas, o estado foi obrigado a intervir e decretar um preço justo, determinado por uma comissão formada por senhores de engenho, mercadores e juízes reais.
Os mercadores que trabalhavam no mundo português era a suposição de que todos os envolvidos no comércio eram de origem judaica. Os cristãos-novos mais um sistema de classificação usado para situar indivíduos e grupos dentro da sua própria categoria social. As razões para a coesão entre os cristãos-novos portugueses podem ser encontradas em sua história específica. Os judeus em Portugal foram todos obrigados a se converter em 1497. Mesmo com adesão ao cristianismo, a descriminação contra judeus continuava a existir agora como cristãos-novos. Desde início os cristãos-novos se envolveram com o empreendimento brasileiro, e, depois de 1537, muitos fizeram para o Brasil para evitar a Inquisição ou por causa das sentenças de deportação e exílio penal. No Brasil, os cristãos-novos ocuparam cargos no governo civil, postos eclesiásticos, se tornaram senhores de engenho e lavadores de cana, artesões e mercadores.
As cidades eram extensões do campo, e os portos foram criados para facilitar o fluxo de mercadorias agrícolas da colônia, mas a cidade e o campo não eram entidades separadas. As cidades e vilas eram importantes como centros administrativo e institucionais, proporcionando a estrutura da vida governamental e religiosa da colônia como um todo. Depois de 1530, é que o urbanismo começa no Brasil. E as principais cidades criadas no século XVI eram quase sempre portos marítimos, como Olinda, Salvador, Santos, Vitória e Rio de Janeiro.  As cidades eram organizadas internamente em freguesias segundo os limites tradicionais e a paróquia era o núcleo do bairro, unidade básica da cidade.
A aliança matrimonial com algum nobre de Portugal ou seu parente na colônia era o arranjo preferido pelos grandes produtores brasileiros, mas dispunham-se a casar suas filhas com um integrante, mercador ou advogado, quando não havia juízes reais ou sobrinhos do governador disponível. O processo de fusão social era naturalmente acompanhado de um processo de fusão biológica, já que o casamento inter-racial e as uniões sexuais resultavam num número crescente de pessoas com ascendência mista.
As mesmas características de cultura “barroca”, alegoria, efusão e complexidade exuberante, encapsuladas em fervorosa piedade católica, estavam todas presentes também no Brasil, embora os estilos arquitetônicos sempre tenham apresentado certa individualidade e um ritmo de mudança diferente, e a literatura também tivesse sua própria coerência interna. A igreja, a vida intelectual era quase sempre uma extensão dela. Por não ter universidades que funcionassem como foco intelectual, a produção literária do Brasil não era grande.
Um sinal de maturidade do Brasil como colônia foi o desenvolvimento de uma gama completa de instituições sociais e políticas. Em 1549, o governo real começara com a criação da capital colonial em salvador e a chegada de administradores de categoria elevada, e em 1630, quase todas as capitanias brasileiras, um sistema bem desenvolvido de funcionários nomeados pela coroa havia substituído as indicações anteriores de donatários. No nível municipal, a vida política estava centrada no senado ou conselho da cidade (senado da câmara), equivalente ao cabildo da América espanhola. A câmara brasileira era composta de três ou quatro conselheiros, um ou dois juízes, um promotor e alguns funcionários de escalão inferior sem voto no conselho. Acima dos órgãos do governo municipal estava a estrutura do governo real. O império português na América dividia-se em duas colônias separadas, o Estado do Brasil que era a primeira e a maior delas. Mais essa divisão durou até 1774, quando os dois estados se uniram. Em cada uma das capitanias havia governadores subordinados com responsabilidades políticas e militares auxiliados por funcionários do tesouro e da justiça.
O contexto internacional seria importante par qualquer uma das colônias americanas, que era decisivo para uma colônia como o Brasil. A alta qualidade e a grande quantidade do açúcar brasileiro expulsaram do mercado outros centros produtores. Em 1640 o Brasil era o maior produtor mundial, mas a indústria foi prejudicada Poe problemas de fornecimento incerto de mão-de-obra. A coroa portuguesa assumiu um papel cada vez mais ativo na proteção da economia açucareira.
Os holandeses mantiveram o domínio do nordeste brasileiro por mais de um quarto do século (1620-1654). Na verdade, os holandeses controlavam a vida política e econômica, mas os luso-brasileiros formavam a maioria ad população rural livre. Um resultado final decisivo da expulsão dos holandeses foi o crescimento da competição estrangeira com a indústria açucareira do Brasil na década de 1650.
O aumento da produção fez cair o preço do açúcar durante a maior parte dos dois séculos seguintes. Houve períodos de recuperação, mas, em geral, a competição estrangeira e a tendência decrescente dos preços no decorrer do século significaram que o açúcar não poderia mais representar para o Brasil uma base econômica segura. E no final do século, o fumo e o couro, junto com o açúcar, passaram a ser exportações brasileiras importantes, mas eles sofreram com os problemas gerais da economia portuguesa. E à medida que caía o valor dos produtos brasileiros aumentavam as dificuldades econômicas de Portugal.

UNIVERSIDAE FEDERAL DO RIO GRANDE DO NORTE
CENTRO DE ENSINO SUPERIO DO SERIDÓ – CERES
DEPARTAMENTO DE HISTÓRIA – DHC
DISCIPLINA: HISTÓRIA DO BRASIL I
DOSCENTE: MUIRAKYTAM KENNEDY DE MACEDO
DISCENTE: GALTIÉRE JOSÉ DOS SANTOS




As causas da expansão marítima e a chega dos portugueses ao Brasil
O Novo Mundo entre Deus e o Diabo
O Brasil na era do açúcar







CAICÓ – RN
2012

Registrado acidente tipo capotamento hoje a tarde na BR-288, entre São José do Seridó e Caicó

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 Local e veiculo envolvido no acidente – Créditos: Bau do Fera
Um acidente de transito do tipo capotamento foi registrado na tarde desta terça-feira na RN-288 nas proximdades da fazenda São Bernardo entre São José do Seridó e Caicó.  O acidente envolveu um veiculo modelo Strada, cor prata, placas HXB 1191 São Fernando/RN, que era conduzido pelo Caicoense Isaías Gomes Nogueira, que perdeu o controle vindo a capotar próximo á uma grande pedra causando apenas danos materiais.
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A Policia Militar de São José do Seridó, a CIPAM e o 3º DPRE estiveram no loca onde averiguaram o estado de saude da vitima e fizeram o registro da ocorrência.

domingo, 25 de março de 2012

Vândalos agem na Nova Caicó e roubam residências


Enquanto a Prefeitura Municipal de Caicó atraza cada vez mais a entrega das casas da Nova Caicó, mais um fato está acontecendo no citado bairro anteriormente. Alguns futuros moradores da Nova Caicó, nos relataram que vários objetos estão sendo furtados das casas da Nova Caicó, objetos como as caixas de água e energia elétrica, portas, pias, torneiras e canos. Se a Prefeitura Municipal de Caicó não se preocupa muito com as futuras famílias da Nova Caicó, muito menos ela se preocupa com as casas que estão prestes a serem entregas. “Só lembrando que esse não é o primeiro fato de furto, e possivelmente não será o último que acontecerá na Nova Caicó.”veja as fotos    







                                                                                                                (Galtiére José)     
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