terça-feira, 21 de maio de 2013



Tão importante quanto se sentir bem praticando sexo oral,  é saber fazer com segurança para a saúde. Todas as DSTs podem ser contraídas ao fazer sexo oral, tais como o vírus HIV, a sífilis, o HPV e a gonorreia. As doenças sexualmente transmissíveis também podem ser transmitidas caso existam feridas bucais e na região genital.
A única recomendação para quem pratica o sexo oral, além do uso da camisinha, é uma boa higiene bucal e da região genital. Não se deve eliminar todos os pelos da região genital, pois eles são protetores e previnem infecções. Por isso, depile apenas o que fica aparente com o uso da roupa íntima e apare o restante, se sentir necessidade.
O preservativo deve ser usado durante toda a interação sexual e trocado sempre que os parceiros mudarem do sexo oral para o genital e vice-versa. Se o preservativo for usado corretamente, o risco de transmissão é muito baixo. Não há qualquer problema em engolir o sêmen, desde que o casal não tenha qualquer DST.
Cada região do nosso corpo tem uma flora específica de microrganismos protetores que podem ser agressivos quando em contato com outras partes do corpo, e gerar infecções. No caso das mulheres, como a uretra feminina é curta, qualquer interação na área genital pode favorecer a ascensão de bactérias até a bexiga, causando infecção urinária. Recomenda-se urinar após o ato sexual ou, se possível, tomar um banho.

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